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PF atende Moraes e abre inquérito sobre milícias digitais

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Delegada da PF informou Moraes sobre a abertura do inquérito.

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Atendendo a uma ordem do ministro do STF, Alexandre de Moraes, a PF abriu um inquérito, nesta sexta-feira (16), sobre a atuação de milícias digitais no Brasil.

A delegada Denisse Dias Rosas Ribeiro enviou um ofício a Moraes informando o início das investigações sobre suposta organização criminosa, “de forte atuação digital, com a nítida finalidade de atentar contra a Democracia e o Estado de Direito”. 

Denisse também pediu a autorização de compartilhamento da integralidade do conteúdo do inquérito dos “atos antidemocráticos” para embasar as novas apurações.

As informações foram divulgadas horas atrás por Fausto Macedo, do jornal Estadão.

Em decisão no dia 1º de julho, Moraes destacou que os núcleos observados no inquérito dos atos antidemocráticos são “absolutamente semelhantes” àqueles identificados no inquérito das “fake news”, que também está sob sua relatoria.

Na ocasião, como noticiou o portal RenovaMídia, Moraes escreveu:

“A análise dos fortes indícios e significativas provas apresentadas pela investigação realizada pela Polícia Federal aponta a existência de uma verdadeira organização criminosa, de forte atuação digital e com núcleos de produção, publicação, financiamento e político absolutamente semelhantes àqueles identificados no Inquérito 4781, com a nítida finalidade de atentar contra a Democracia e o Estado de Direito.”

As investigações de Moraes também apontam uma suposta conexão desta milícia digital com alguns parlamentares.

De acordo com o ministro, o jornalista e ativista político Allan dos Santos, da empresa Terça Livre, seria o responsável por fazer esta intermediação:

“A partir da posição privilegiada junto ao Presidente da República e ao seu grupo político, especialmente os Deputados Federais Bia Kicis, Paulo Eduardo Martins, Daniel Lúcio da Silveira, Carolina de Toni e Eduardo Bolsonaro, dentre outros, além e particularmente o Ten-Cel. Mauro Cesar Cid, ajudante de ordens do Presidente da República, a investigação realizada pela Polícia Federal apresentou importantes indícios de que Allan dos Santos tentou influenciar e provocar um rompimento institucional, particularmente nos eventos ocorridos nos dias 20/04/2020, 26/04/2020 e 06/05/2020.”

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