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PF conclui que Adélio agiu sozinho e sem mandantes

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Bolsonaro destaca importante decisão do TRF-1 sobre caso Adélio

Sem perícia no celular do advogado de Adélio, PF conclui que extremista agiu sozinho no ataque contra Bolsonaro.

Em um segundo inquérito, a Polícia Federal (PF) concluiu que não houve mandantes para o ataque a faca contra o então candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora, interior de Minas Gerais.

O atentado aconteceu durante um comício da campanha presidencial de Bolsonaro pelo Partido Social Liberal (PSL) em 2018.

De acordo com a investigação, coordenada pelo delegado Rodrigo Morais e entregue nesta quarta-feira (13) à Justiça Federal, o autor da facada, Adélio Bispo de Oliveira, agiu sozinho.

O delegado disse que Adélio atuou por iniciativa própria e sem ajuda de terceiros, tendo sido responsável tanto pelo planejamento da ação criminosa quanto por sua execução.

Em trecho do inquérito, o delegado destaca:

“O que a investigação comprovou foi que o perpetrador, de modo inédito, atentou contra a vida de um então candidato à Presidência da República, com o claro propósito de tirar-lhe a vida.”

Ainda segundo as investigações, não foi comprovada, por exemplo, a participação de agremiações partidárias, facções criminosas, grupos terroristas ou mesmo paramilitares em qualquer das fases do crime (cogitação, preparação e execução).

A única diligência pendente no inquérito feito pela PF permanece na análise de conteúdo do celular do advogado Zanone Manoel de Oliveira Júnior, que prestou defesa de Adélio desde o dia seguinte da facada.

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