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PF descarta ação de madeireiros na morte de índio no Maranhão

PF descarta ação de madeireiros na morte de índio no Maranhão
Imagem: Reprodução/Twitter

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Um índio sobrevivente havia dito que eles foram vítimas de uma emboscada enquanto caçavam dentro do seu território.

O indígena Paulo Paulino Guajajara foi assassinado no dia 1º de novembro de 2019 na terra indígena de Arariboia, localizada a cerca de 500 quilômetros de São Luís, capital do Maranhão.

Um inquérito da Polícia Federal (PF), divulgado nesta sexta-feira (10) pelo jornal Estadão, afastou as hipóteses de “conflitos étnicos ou mesmo por emboscada de madeireiros” no crime. 

As investigações levaram à conclusão de que “o lamentável episódio se originou da troca de tiros motivada pela posse de uma das motocicletas utilizadas pelos não indígenas”.

O resultado final do inquérito da PF contraria versão do indígena Laércio Sousa Silva, que estava presente no confronto. Ele acabou baleado no braço, mas sobreviveu. Na ocasião, o não indígena Márcio Gleik Moreira Pereira também morreu.

O índio Guajajara sobrevivente havia dito que eles foram vítimas de uma emboscada enquanto caçavam dentro do seu território.

Após exames médicos periciais, testemunhos e declarações dos envolvidos sobreviventes, as investigações encerraram-se em 12 de dezembro, com pedidos de indiciamento de quatro pessoas, cujas identidades não foram divulgadas.

O resultado do inquérito foi encaminhado à Justiça Federal em São Luís, juntamente com todas as provas colhidas.

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