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PF e MPF investigam transações em criptomoedas dos hackers

PF e MPF investigam transações em criptomoedas dos hackers
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Três empresas que operam criptomoedas foram notificadas pela Justiça. Possíveis movimentações financeiras de supostos hackers estão sob análise.

O juiz Vallisney de Souza Oliveira determinou, nesta terça-feira (23), que três empresas que operam bitcoins informem se os quatro suspeitos de invadir o celular do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, têm carteiras de investimentos.

As empresas Foxbit, Brasiliex e Mercado Bitcoin foram notificadas a repassar à Polícia Federal (PF) e ao Ministério Público Federal (MPF) o saldo e possíveis movimentações financeiras de compra e venda de criptomoedas desde 1º de janeiro de 2018 até hoje.

Na decisão em que mandou prender os 4 suspeitos pelo ataque hacker, o magistrado Souza Oliveira também determinou a quebra do sigilo bancário dos envolvidos entre 1º de janeiro e 17 de julho deste ano.

O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) mapeou R$ 424 mil em transações suspeitas na conta de Gustavo Henrique Elias Santos, um dos presos na Operação Spoofing, da PF.

A mulher de Gustavo, Suelen Oliveira, também registrou transações atípicas no valor de R$ 203 mil, entre março e maio deste ano.

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