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PF indicia Alckmin por corrupção, caixa 2 e lavagem de dinheiro

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Alckmin depõe na PF sobre cartel internacional de trens
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Alckmin começou a ser investigado em 2017 depois da colaboração premiada de executivos da Odebrecht.

A Polícia Federal (PF) indiciou, nesta quinta-feira (16), Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo, o ex-tesoureiro de campanha do PSDB, Marcos Monteiro, e o advogado Sebastião Eduardo Alves de Castro

Eles são acusados por três crimes: lavagem de dinheiro, corrupção passiva e falsidade ideológica eleitoral. 

O indiciamento aconteceu no inquérito da operação “Lava Jato” a partir de delações premiadas de executivos do grupo Odebrecht envolvidos em doações para a campanha de Alckmin.

Diretores da empresa disseram ter repassado mais de R$ 10 milhões, via caixa 2, às campanhas de Alckmin em 2010 e 2014.

Em nota ao portal G1, a defesa de Alckmin disse que o indiciamento do ex-governador “foi injustificável e precipitado” e “feriu o direito da ampla defesa”. 

Já a defesa de Marcos Monteiro informou “que já se colocou à disposição das autoridades para esclarecimentos”.

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