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PF pediu prisão de Aécio Neves, mas PGR e STF rejeitaram

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
PF pediu prisão de Aécio Neves, mas PGR e STF rejeitaram

Polícia Federal (PF) pediu prisão domiciliar de Aécio Neves, Cristiane Brasil e Paulinho da Força, mas PGR e STF não concederam.

A PF solicitou a prisão domiciliar do senador Aécio Neves (PSDB-RJ), de sua irmã Andréa Neves e dos deputados federais Cristiane Brasil (PTB-RJ), Benito Gama (PTB-BA) e Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

Os pedidos, feitos no âmbito da operação Ross deflagrada nesta terça-feira (11), foram negados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio de Mello.

A PGR concordou apenas com três pedidos de prisão de pessoas ligadas à Aécio: os empresários Flávio Jacques e Ricardo Guedes e o marqueteiro Paulo Vasconcelos. No entanto, o STF negou a solicitação e deferiu apenas as buscas e apreensões referente aos alvos.

No pedido de prisão, a PF solicitou que Aécio, Cristiane Brasil, Benito Gama e Paulinho da Força tivessem seus mandados parlamentares suspensos e que se recolhessem em casa no período noturno.

Cristiane Brasil, Benito Gama e o tesoureiro do PTB Luiz Rondon receberam apenas uma notificação para depor, assim como o senador José Agripino Maia (DEM-RN).

A ação apura a compra de apoio político à campanha presidencial de Aécio Neves de 2014.

Segundo à investigação, Aécio tinha uma conta de R$ 110 milhões junto à empresa JBS e se utilizou dela para comprar o apoio do PTB por R$ 20 milhões e do Solidariedade por R$ 15 milhões.

Os repasses foram feitos por meio de emissão de notas frias, pagamento em espécie e depósitos nas contas de pessoas próximas aos políticos.

Adaptado da fonte Extra

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