PF pediu prisão de Lulinha, mas juíza Hardt negou

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A operação Mapa da Mina cumpriu nesta terça-feira (10) 47 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Rio, Bahia e no Distrito Federal.

A Polícia Federal (PF) chegou a pedir a prisão temporária de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do ex-presidente Lula (PT), e dos empresários Kalil Bittar e Jonas Suassuna, sócios do grupo Gamecorp/Gol. 

A representação, que culminou na operação Mapa da Mina, fase 69 da Lava Jato, foi apresentada à 13ª Vara Federal de Curitiba em junho de 2018, mas o caso só foi analisado pela juíza Gabriela Hardt em setembro de 2019, após manifestação do Ministério Público Federal (MPF).

A magistrada negou o pedido de prisão da PF, levando em consideração o tempo decorrido desde a representação e também acolhendo o parecer da força-tarefa da Lava Jato no Paraná de que não havia necessidade de decretação de reclusão dos investigados, informa o site Metrópoles.

“Alguns deles já foram alvo de medidas de buscas no ano de 2016, e já possuem ciência de que são alvo de investigações”, registrou Hardt.

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