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PF reforça versão de que esfaqueador de Bolsonaro atuou sozinho

Investigadores da Polícia Federal (PF) afastaram hipótese de que Adélio Bispo tenha recebido pagamento em sua conta bancária para executar tentativa de homicídio contra Bolsonaro.

Os investigadores também afastaram a hipótese de que Adélio Bispo teria recebido pagamento em sua conta bancária para executar o ataque ao presidenciável.

De acordo com a PF, o recurso encontrado na conta do esfaqueador tem origem “sustentável”, de uma rescisão trabalhista, e de remuneração pelo período que trabalhou como garçom.

Um cartão de crédito internacional encontrado com Adélio nunca foi utilizado, conforme a investigação, e foi emitido automaticamente pelo banco em que o agressor tem conta.

O computador pessoal de Adélio, segundo a PF, é antigo e estava quebrado, tendo sido utilizado pela última vez em 2017. Além disso, dos quatro celulares encontrados com o agressor, somente dois funcionavam e nenhum foi comprado nas semanas que antecederam o ataque a Bolsonaro.

Para a PF, Adélio tinha condições financeiras próprias de pagar, de forma antecipada, a hospedagem em uma pensão de Juiz de Fora.

Os policiais também investigaram pessoas citadas em redes sociais que seriam cúmplices de Adélio e teriam repassado a faca ao agressor. No entanto, os investigadores descartaram essas suspeitas.

 

Adaptado da fonte G1

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