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PF visitou aldeia no Amapá com filho de indígena morto

PF visitou aldeia no Amapá com filho de indígena morto
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Mesmo sem encontrar vestígios da invasão, a PF segue apurando circunstâncias da morte do cacique Emyra Waiãpi e da suposta ocupação da reserva.

Por meio de nota, a Polícia Federal (PF) se pronunciou oficialmente, nesta terça-feira (30), sobre a investigação da morte do líder indígena Emyra Waiãpi e a possível invasão de garimpeiros em terras indígenas no Amapá.

A situação de tensão, que já estaria acontecendo desde o início da semana passada, foi denunciada pelos índios no sábado (27).

Assim como o Exército Brasileiro, a Fundação Nacional do Índio (Funai) e o Ministério Público Federal (MPF), a PF informou que não encontrou indícios de invasão.

Um delegado, agentes e peritos criminais da PF foram até a área no último domingo, 28 de julho, com apoio da Companhia de Operações Especiais (COE), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), da Polícia Militar (PM) do Amapá.

De acordo com a nota, a polícia foi guiada na região pelo próprio filho do cacique, o índio Aikyry. Ele foi um dos indígenas que afirmaram que o líder morreu em confronto com os invasores, informa o site G1.

As diligências, detalha a PF, ocorreram na aldeia Mariry, onde “não foram encontrados invasores ou vestígios da presença de não-índios nos locais apontados pelos denunciantes”.

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