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PGR aponta relação de políticos com suposto ‘gabinete do ódio’

PGR rejeita uso das mensagens roubadas da Lava Jato
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PGR não cita quais são os parlamentares investigados por ligação com o gabinete do ódio, mas aponta o nome de Weintraub.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, defendeu, nesta quinta-feira (4), em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), o amplo acesso do Ministério Público ao andamento do inquérito das fake news.

Aras afirmou¹ que as apurações envolvendo políticos com foro privilegiado no STF — dentro do inquérito — têm relação com as investigações do suposto “gabinete do ódio”.

O procurador-geral não cita, no entanto, quais são esses políticos investigados. 

Após determinação do relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, a Polícia Federal (PF) intimou, até o momento, seis deputados a prestarem depoimento. Segue a lista:

Além dos parlamentares que integrariam o “gabinete do ódio”, Aras aponta² a existência de outro político com foro privilegiado e citado no inquérito: o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

De acordo com a manifestação enviada à Corte, Aras defende, junto ao STF, que a investigação referente a esses políticos com foro privilegiado seja separada do restante do inquérito.

Isso porque, por regra, apenas investigações e processos de políticos com foro têm início em instâncias superiores do Judiciário. Para pessoas comuns, sem foro, as ações começam a tramitar na primeira instância.

Referências: [1][2]

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