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PGR diz que Jair Bolsonaro é ‘vítima de um factoide’

Tarciso Morais

Tarciso Morais

"Em princípio, não há nada do presidente, a não ser a qualidade de ser vítima de um factoide", diz o procurador-geral Aras.
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“Em princípio, não há nada do presidente, a não ser a qualidade de ser vítima de um factoide”, diz o procurador-geral Aras.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou, nesta quarta-feira (30), que o presidente da República, Jair Bolsonaro, é vítima de um factoide no caso do depoimento do porteiro, que citou seu nome no caso do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL).

Em conversa com o jornal O Globo, Aras declarou:

“Os elementos que estou em mãos comprovam duas coisas: que ele não estava no Rio naquele dia, estava na dependência da Câmara Federal, e na audição do texto do porteiro não há elemento, no dia do evento, que se refere ao presidente.”

E acrescentou:

“Em princípio, o presidente é vítima, e como tal, a investigação será encaminhada para a Procuradoria da República do Rio, para que junto com a PF do Rio, proceda as investigações. Essas investigações só ficariam no Supremo Tribunal Federal e na PGR se, por ventura, o presidente fosse indiciado, réu, ou tivesse em algum envolvimento. Em princípio, não há nada do presidente, a não ser a qualidade de ser vítima de um factoide.”

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