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PGR indica que cota parlamentar financiou ‘atos antidemocráticos’

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Aline Sleutjes (PR), Bia Kicis (DF), Guiga Peixoto (SP), e General Girão (RN), todo do PSL, estão na mira da PGR.

A Procuradoria-geral da República (PGR) busca o rastro do dinheiro que financia os supostos “atos antidemocráticos” promovidos por aliados do presidente da República, Jair Bolsonaro.

Em despacho onde pediu a quebra do sigilo bancário de parlamentares pró-Bolsonaro, o vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, apresenta duas fontes distintas de financiamento de Sara Winter, líder do movimento “300 do Brasil”. 

PGR acusa quatro deputados do Partido Social Liberal (PSL) de usarem dinheiro público para divulgar as manifestações em suas redes sociais. 

De acordo com o inquérito, Aline Sleutjes (PR), Bia Kicis (DF), Guiga Peixoto (SP), e General Girão (RN) gastaram dinheiro da cota parlamentar para propagar as mensagens virtualmente.

Humberto Jacques justifica no documento: 

“[…] no ecossistema de redes sociais e propagação de ideias de mobilização social e realização de manifestações ostensivas nas ruas, há participação de parlamentares tanto na expressão e formulação de mensagens, quanto na sua propagação e visibilidade, quanto no convívio e financiamento de profissionais na área.”

Referências: [1]

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