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PGR questiona legitimidade das mensagens divulgadas pelo The Intercept

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Raquel Dodge diz que juízes e procuradores foram vítimas da ação criminosa de invasão de celular.

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou, nesta sexta-feira (21), em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que “juízes e procuradores da República, foram vítimas da ação criminosa de invasão de celular”.

Raquel relatou ao Supremo que requisitou “inquérito policial para investigar” as mensagens vazadas pelo site The Intercept e determinou “providências administrativas no âmbito do Ministério Público Federal sobre o tema”.

Segundo o jornal Estadão, Dodge afirmou:

“Nas últimas semanas, várias autoridades públicas, aí se incluindo Conselheiros do CNMP, juízes e procuradores da República, foram vítimas da ação criminosa de invasão de celular para acessar e usar sua identidade, enviar mensagem e acessar mensagens trocadas em relações de trabalho, por meio de aplicativo eletrônico.”

E, manifestando preocupação com a possibilidade de as supostas mensagens terem sido obtidas “de maneira criminosa”, acrescentou:

“É possível que, com o furto e uso de identidade, tais mensagens tenham sido adulteradas ou de alguma forma manipuladas. Trata-se de grave e criminoso atentado contra o Estado e suas instituições, que está sob a devida apuração pelos órgãos competentes.”

A procuradora-geral aponta “fundadas dúvidas jurídicas” em relação às supostas mensagens divulgadas pelo site alinhado à extrema esquerda:

“É que o material publicado pelo site The Intercept Brasil, a que se refere a petição feita pela defesa do paciente, ainda não foi apresentado às autoridades públicas para que sua integridade seja aferida. Diante disso, a sua autenticidade não foi analisada e muito menos confirmada. Tampouco foi devidamente aferido se as referidas mensagens foram corrompidas, adulteradas ou se procedem em sua inteireza, dos citados interlocutores. Estas circunstâncias jurídicas têm elevado grau de incerteza neste momento processual, que impede seu uso com evidência a corroborar a alegação de suspeição feita pela defesa do paciente neste autos.”

A manifestação da PGR acontece após a defesa do condenado Lula da Silva (PT) incluir, em um pedido de habeas corpus, a transcrição de mensagens que teriam sido trocadas entre o ex-juiz e atual ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e integrantes da força-tarefa da Lava Jato.

No mesmo documento apresentado ao STF, Dodge manifestou-se contrária ao pedido feito pela defesa do ex-presidente para que a ação penal que o condenou seja anulada.

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