Polícia de Londres testa câmaras de reconhecimento facial

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Polícia de Londres testa câmaras de reconhecimento facial
TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Polícia Metropolitana escaneou os rostos dos consumidores nos bairros do centro de Londres, Soho, Piccadilly Circus e Leicester Square nos dias 17 e 18 de dezembro.

Uma tecnologia de reconhecimento facial semelhante à utilizada em países autoritários como a China está sendo experimentada pela polícia nas ruas de Londres.

A Polícia Metropolitana diz que está usando a tecnologia para localizar pessoas procuradas pela polícia ou pelos tribunais, com um “foco específico no combate à violência”.

Eles foram enfáticos na determinação de que as pessoas que recusarem serem examinadas não serão consideradas suspeitas e que a polícia distribuiria folhetos informativos durante 8 horas por dia.

Mas o grupo de campanha de privacidade Big Brother Watch descreveu o uso da tecnologia pela Met como “autoritário, perigoso e ilegal”.

Eles foram enfáticos na determinação de que as pessoas que recusarem serem examinadas não serão consideradas suspeitas e que a polícia distribuiria folhetos informativos durante 8 horas por dia.

Mas o grupo de campanha de privacidade Big Brother Watch descreveu o uso da tecnologia pela Met como “autoritário, perigoso e ilegal”.

Eles disseram que novas informações obtidas usando solicitações de Liberdade de Informação mostram que a tecnologia de reconhecimento facial empregada pela polícia é 100% imprecisa, identificando erroneamente membros inocentes da população.

As câmeras conseguem escanear os rostos de todos na multidão a uma velocidade de 300 rostos por segundo, comparando-as com o banco de dados de 21 milhões de fotos da polícia.

“O reconhecimento facial ao vivo é uma forma de vigilância em massa que, se permitido sua continuidade, transformará as pessoas em cartões de identificação ambulantes”, disse Silkie Carlo, diretor do Big Brother Watch, em um comunicado.

Apesar das garantias da polícia, apenas uma pequena placa indicando que o escaneamento estava ativo era visível na frente da van que tinha as câmeras montadas nela.

Adaptado da fonte Epoch Times

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