Polícia Federal concentra investigações sobre ação de hackers

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É muito fácil para o criminoso cibernético, mesmo que esteja no Brasil, utilizar um servidor do exterior para dificultar a localização.

A investigação da Polícia Federal (PF) sobre os crimes cibernéticos contra autoridades brasileiras agora está concentrada em dois eixos: um inquérito em Curitiba e outro em Brasília.

A PF atua com a possibilidade o hacker ter cometido algum “descuido” e deixado um “rastro”, segundo o jornal Valor Econômico.

No entanto, apesar da continuidade dos inquéritos, não há prazo para a conclusão das investigações, nem há certeza de que o ataque hacker será desvendado.

De maneira geral, a PF reconhece que crimes cometidos por hackers resultam em investigações bastante complicadas. É muito fácil para o criminoso, mesmo que esteja no Brasil, utilizar um servidor do exterior para dificultar a localização.

Um das hipóteses é que as supostas conversas que vêm sendo divulgadas pelo site panfletário Intercept tenham como fonte o hacker ou a organização criminosa por trás dos ataques lançados contra autoridades brasileiras.

No último domingo, dia 21 de julho, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP) afirmou que seu celular havia sido clonado. Já na noite de segunda-feira (22), foi a vez da assessoria do ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmar um ataque contra o seu aparelho celular.

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