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Polícia Federal indicia 11 por fraudes no Memorial da Anistia

Polícia Federal indicia 11 por fraudes no Memorial da Anistia
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Projeto foi financiado pelo Ministério da Justiça e executado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

A Polícia Federal (PF) divulgou, nesta quinta-feira (12), a conclusão do inquérito que investigou irregularidades na execução do projeto de implantação do Memorial da Anistia Política do Brasil.

Onze pessoas, cujos nomes não foram divulgados, foram indiciadas, segundo o jornal Estado de Minas.

As investigações foram iniciadas em dezembro de 2017, quando foi deflagrada a Operação Esperança Equilibrista.

De acordo com a PF, o custo inicial da obra era de R$ 5 milhões. Depois de seis aditivos, a quantia chegou a R$ 28 milhões, dos quais R$ 19 milhões foram efetivamente pagos, R$ 6,7 milhões destinados à produção da exposição. O restante, seria para a obra.

Ainda segundo os investigadores, as evidências mostram que recursos do projeto foram gastos com despesas que não tinham relações com o escopo, beneficiando fornecedores e colaboradores.

Em postagem no Twitter, a ministra dos Direitos Humanos, Damares Alves, classificou a situação como um “tremendo descaso com o dinheiro público e também com os anistiados”.

“Estrutura erguida com o único propósito de perpetuar a raiz ideológica do governo de esquerda. Mas essa farra acabou”, acrescentou.

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