Polícia indicia membros de ONG por incêndios na Amazônia

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Além de associação criminosa, os brigadistas vão responder por dano a unidades de conservação e áreas de proteção ambiental.

A Polícia Civil do Pará indiciou 4 brigadistas pelos incêndios que atingiram a Área de Proteção Ambiental de Alter do Chão em setembro deste ano.

Em relatório de quarta-feira (18), obtido pelo portal G1, o delegado Waldir Freire Cardoso diz que a “investigação tomou rumo em direção à atividade dos líderes da Brigada de Alter do Chão”, uma organização não-governamental (ONG).

Cardoso explicou que os indícios recolhidos na investigação “demonstram a participação ativa dos referidos Brigadistas” em incêndios criminosos na Amazônia.

O delegado disse ainda que havia “o interesse destes em disseminar registros fotográficos em âmbito nacional e internacional com a finalidade de promoção da tragédia e em benefício de auferirem vantagens financeiras através de vultosas doações em dinheiro, por parte de pessoas de boa fé de todo o globo”.

Cardoso aponta como responsáveis pelas queimadas os brigadistas Daniel Gutierrez Govino, João Victor Pereira Romano, Marcelo Aron Cwerner e Gustavo de Almeida Fernandes.

Além dos quatro, Ronnis Repolho Blair, conhecido como “Cebola”, que foi treinado pela brigada, mas não a integra, também foi indicado.

Os 5 vão responder por dano a unidades de conservação e áreas de proteção ambiental (pena de 1 a 5 anos de prisão), concurso de pessoas (que pode agravar a pena) e associação criminosa (1 a 3 anos de prisão).

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