Precisamos falar sobre o direito de defesa das mulheres

O Brasil é um país violento. Todos estão sujeitos à violência independentemente de quem seja e do motivo: assaltos, violência doméstica, arrastões, homofobia, estupros e tantos outros.


Um grupo em especial sofre mais do que todos os outros: as mulheres. Além de temerem por suas vidas e bens, ainda, quando estão na rua, temem por serem violentadas sexualmente. 

Porém, há um fator que as podem colocar em vantagem em relação a quem deseja, muitas das vezes, aproveitar-se de possíveis desvantagens físicas femininas: as armas.

Em alguns países muitas mulheres já entenderam isso. É o caso da Alemanha, onde dobrou o número de mulheres que buscaram armas que atiram gás a fim de se protegerem de possíveis estupradores.

Nos Estados Unidos, em uma cidade do estado do Michigan, uma mulher relatou a polícia que um homem a perseguia enquanto passeava a noite com seu cachorro. Ele tentou agarrar a mulher que se afastou, mostrou sua arma e o criminoso fugiu. Em um outro caso, uma mulher de Houston, no Texas, matou com sua arma um homem que invadia sua casa. No estado de Louisiana, uma mulher manteve na mira de seu rifle o invasor de sua casa, que fugiu e foi pego depois pela polícia local.

São diversos os benefícios que as armas trazem às mulheres, e o número delas entendendo isso cresceu.

De acordo com um estudo de Harvard, países que têm mais armas tendem a ter menos crimes. Nos Estados Unidos, 200 mil mulheres estão comprando armas de fogo para se protegerem de crimes sexuais. O número de mulheres que passaram a ter armas aumentou 270% desde 2007 na América. Após a prefeitura de Orlando oferecer treinamento de tiro para mulheres na década de 1960, o número de estupros caiu em 90%.

O economista Lawrence Southwick após examinar dados do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, concluiu que mulheres que não oferecem nenhum tipo de resistência possuem 2,5 vezes mais chances de saírem feridas gravemente por causa de um ataque em relação às mulheres que possuem armas.

É bom destacar também que muitos grupos que dizem defender as mulheres (principalmente os mais à esquerda) são contrários aos projetos do uso de armas para proteção dos cidadãos, algo que traria muito benefícios para as mulheres. A política de controle de armas já mostrou ser um total desastre – e exemplos não faltam. O próprio Brasil e Chicago, nos Estados Unidos, são dois exemplos. A cidade norte-americana é das que mais possuem políticas de controle de armas e a violência não para de crescer.

Os pontos de vista expressos neste artigo são as opiniões do autor e não refletem necessariamente a posição da RENOVA Mídia.

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