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‘Precisamos privatizar totalmente a energia elétrica’, diz Tarcísio

Tarcísio ressalta diálogo entre governo e caminhoneiros
Imagem: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
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“Não tivemos problemas semelhantes em estados que tiveram a privatização”, diz Tarcísio.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, comentou sobre o apagão no Amapá, que deixou pelo menos 85% da população sem energia elétrica. 

Tarcísio disse que a complicada situação reflete a importância da privatização das empresas estatais. 

Em entrevista ao programa ‘Direto ao Ponto’, da rádio Jovem Pan, nesta quarta-feira (18), o ministro declarou: 

“Se a gente quer transferir muitos ativos para iniciativa privada, é preciso uma agência reguladora forte. A situação do Amapá é mais uma situação de que precisamos privatizar totalmente a energia elétrica e não termos mais esses problemas. Vale lembrar que a companhia de energia de lá ainda é uma companhia estatal.”  

E acrescentou: 

“Nós tivemos a linha de transmissão construída por uma empresa que fracassou em todos os projetos que participou no Brasil. Não tivemos problemas semelhantes em estados que tiveram a privatização em companhias de energia.”

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Edson
Edson
8 dias atrás

Vocês estão repassando uma informação incorreta. A companhia era privada, não estatal.

Cleiton
Cleiton
9 dias atrás

mas em Macapá nao é a espanhola Isolux que fez cagada?

Cleiton
Cleiton
Responder  Cleiton
9 dias atrás

Antes Bolsonaro era nacionalista ou seja achava que empresas estrategicas tinham que ficar com o estado, mas devido a corrupção mudou de idéia. O gerenciamento das linhas de transmissão ocorre de maneira mista: 85,04% é concessão da empresa Gemini Energy 14,96% é da Sudam (Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia), autarquia do governo federal vinculada ao MDR (Ministério do Desenvolvimento Regional). Já a distribuição da energia, das subestações às residências, é de responsabilidade da CEA (Companhia de Eletricidade do Amapá) Mas a Gemini Energy surgiu no cenário apenas neste ano. Antes, quem ocupava esse papel era a espanhola Isolux. Concessão mudou de empresa no ano passado A Isolux era dona da LMTE (Linhas de Macapá Transmissora de Energia), que ganhou, em 2008, a concessão das linhas de transmissão do Pará

Brasil
Brasil
Responder  Cleiton
9 dias atrás

Na Bahia o setor de energia era estatal e hoje é privado e o setor de energia melhorou bastante. O que importa é a competência da empresa.

Última edição 9 dias atrás por Brasil
Edson
Edson
Responder  Cleiton
8 dias atrás

Isso, não entendo porque omitiram e reproduziram uma fala que claramente está equivocada

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