Prefeito de Curitiba pede intervenção da Justiça para retirar militância petista

Capa: RODOLFO BUHRER / REUTERS

Rafael Greca alega que a decisão da Justiça de manter o ex-presidente Lula na sede da Polícia Federal em Curitiba cria ‘desarmonia’ na capital paranaense.

O prefeito de Curitiba, Rafael Greca, disse em entrevista ao Jornal da Eldorado nesta quarta-feira (9) que pediu à Justiça Federal para retirar os militantes acampados perto da sede da Polícia Federal em apoio ao ex-presidente Lula, condenado e preso na Operação Lava jato.

A indignação do prefeito curitibano não é recente. Ele já vem denunciando os malefícios causados ao bairro residencial Santa Cândida por conta da presença do acampamento petista há algum tempo.

Segundo informações do Estadão:

“O prédio da PF não é uma penitenciária e a Justiça não pode violar a lei. Conversei com desembargadores do TRF4 de Porto Alegre e fui muito bem recebido”, disse Greca. “O município merece respeito da Justiça Federal, mas Justiça tem seu tempo e talvez por isso os prédios caiam em SP por abandono.”

Ainda de acordo com o prefeito curitibano, o monitoramento feito pela Polícia Militar do Paraná e a Guarda Municipal para manter a segurança do local, onde já houve um ataque a tiros que deixou ao menos dois feridos, custa cerca de R$ 10 mil por dia.

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

1 Comentário

  1. Jorge Luiz disse:

    Sr. Prefeito, afinal, o que Vossa Excelência está esperando. Vossa Excelência não tem uma guarda civil. Por que não a usa? Está com medo de quê? Se o Estado e a União não tomam as medidas cabíveis para restabelecer a ordem, Vossa Excelência tem o dever de fazer valer sua autoridade e, dentro da lei, coibir a afronta ao direito de seus munícipes. Diante de ilegalidade (crime ou contravenção) é dever de autoridade constituída combate-la. Não só isso, mas representar contra autoridades superiores, por omissão ou condescendência. Em nome de todos os brasileiros, restabeleça a ordem em seu município, senhor Prefeito. O povo o verá como um herói, a julgar pelas omissões do Estado e da União.

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