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Prescrição da hidroxicloroquina quase dobra nos EUA

Forças Armadas aceleram produção de cloroquina no Brasil
Imagem: Reprodução/Twitter

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O medicamento, utilizado contra a malária e doenças como lúpus e artrite reumatoide, foi o mais politizado durante a pandemia. 

Um estudo publicado, nesta segunda-feira (6), pela revista Jama, aponta que, no início da pandemia de coronavírus, as prescrições para o medicamento hidroxicloroquina nos Estados Unidos aumentaram 86% em um mês.

O número de norte-americanos receitados com a hidroxicloroquina aumentou em 86% entre fevereiro e março de 2020, passando de 367 mil para 684 mil, de acordo com os dados de faturamento de quase 50 mil farmácias dos EUA que cobrem quase todo o mercado, destaca a agência France-Presse.

A cloroquina foi a primeira a receber, no final de março, uma aprovação de emergência da Administração de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA). 

Porém, perdeu sua aprovação após seguidas advertências sobre seus efeitos colaterais e depois de estudos apontaram que o remédio era ineficaz contra a Covid-19. 

Na última semana, no entanto, um novo estudo divulgado por membros do Sistema de Saúde Henry Ford, em Michigan, apresentou resultados positivos sobre o uso de hidroxicloroquina no tratamento de pacientes com coronavírus.

Dr. Marcus Zervos, chefe da divisão de doenças infecciosas do sistema, disse que a pesquisa mostrou que o grupo que utilizou o medicamento teve a taxa de mortalidade reduzida pela metade.

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