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Presidente da ANPR critica monitoramento das redes de procuradores

Tarciso Morais

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Presidente da ANPR critica monitoramento das redes de procuradores
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Monitoramento das redes de procuradores é “inaceitável”, diz presidente da ANPR.

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), Fábio George Cruz da Nóbrega, reagiu ao anúncio da Corregedoria do Ministério Público Federal (CMPF) de que o órgão fará análise semanal das redes sociais dos procuradores.

“Qualquer tipo de monitoramento prévio causa estranheza e dá a entender que está havendo uma desconfiança em relação à classe inteira”, disse Nóbrega ao jornal Folha de S.Paulo.

“É claro que a Corregedoria pode punir os excessos, é da regra do jogo, mas o monitoramento do que se posta, do que se diz, parece algo inaceitável. O papel da Corregedoria é de orientação. Se os colegas não seguem a orientação, isso vai levar a sindicâncias. Mas todo tipo de monitoramento, de cerceamento, parece excessivo na medida em que a regra é a liberdade de expressão”, afirmou.

“A ANPR acompanha o assunto com preocupação para tomar, se for o caso, as medidas administrativas e judiciais cabíveis”, completou o presidente do órgão.

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