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Presidente do BB critica aluguel de nova sede para o CNJ

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“Isso é a realidade de Brasília, nossa ilha da fantasia. Aqui, a importância de um órgão público é medida pelo tamanho e suntuosidade de sua sede”, disse Novaes.

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, criticou, nesta segunda-feira (29), a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de alugar uma nova sede em Brasília.

Segundo o site UOL, Novaes declarou:

“Isso é a realidade de Brasília, nossa ilha da fantasia. Aqui, a importância de um órgão público é medida pelo tamanho e suntuosidade de sua sede. Construída a enorme sede, é preciso enchê-la de gente que, para justificar sua existência, inferniza a vida de cidadãos e empresas. E assim seguimos expandindo o monstro estatal.”

O CNJ, órgão que tem como atribuição fiscalizar o Poder Judiciário, se organiza para transferir sua estrutura para um novo prédio, de 30,9 mil metros quadrados, ao custo anual de R$ 23,3 milhões, incluindo condomínio.

A principal justificativa é a necessidade de dar mais “espaço” aos funcionários e garantir maior “proximidade” com o Supremo Tribunal Federal. A atual sede fica a dez minutos da Corte.

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL-SP) também criticou a transferência do CNJ. Em seu perfil na rede social Twitter, no último domingo (28), ela questionou:

“Quando chegará o momento em que leremos notícias de que instituições decidiram mudar suas sedes para economizar o dinheiro público?”

E acrescentou:

“Não contente em gastar 16 milhões com aluguel, o CNJ mudará para prédio, cujo aluguel será 23 milhões!? Os funcionários precisam de espaço!?”

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