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Presidente do Equador adverte Maduro que “tolerância tem limite”

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Lenín Moreno deu declaração após o ditador da Venezuela pedir que “cesse a perseguição” contra o ex-presidente do Equador, Rafael Correa.

O presidente do Equador, Lenín Moreno, defendeu nesta quinta-feira (5) a política de não ingerência do seu país em relação à Venezuela, mas pediu à ditadura venezuelana que não faça provocações porque “tolerância tem limite”.

Em um encontro com jornalistas estrangeiros em Quito, Moreno afirmou:

Somos um país de paz, somos um país tolerante, estamos atuando reativamente a respeito de temas internacionais, por respeito e tolerância, mas a tolerância tem um limite e, por favor, não o ultrapassem.

Moreno prosseguiu assegurando que o Equador é um país de “gente calma, cordial, amável, tolerante, respeitosa”, mas advertiu que não deve ser provocado porque “também sabemos fazer de outra maneira”.

As declarações do chefe do Estado equatoriano são divulgadas depois que o ditador venezuelano Nicolás Maduro pediu que “cesse a perseguição” contra o ex-governante do Equador, Rafael Correa, requerido pela Justiça equatoriana em relação a um caso de sequestro de um ex-legislador opositor.

Com informações da EXAME

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