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Pressão dos EUA contra 5G da China não surte efeito na África

Dois países africanos já operam com tecnologia da chinesa Huawei, principal alvo dos norte-americanos.

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Pressão dos EUA contra 5G da China não surte efeito na África
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Em países como África do Sul e Lesoto, as operadoras Rain e Vodacom estão oferecendo o 5G comercialmente com tecnologia da chinesa Huawei, que vem sendo alvo de uma intensa pressão dos Estados Unidos.

Uganda, Quênia e Nigéria também realizaram testes, todos com tecnologia da China — tanto da Huawei quanto da ZTE, outra empresa estatal da China.

Madagascar também fez testes, mas optou por usar tecnologia da Ericsson, da Suécia.

No continente africano, a disseminação do 5G é uma realidade bem distante. O acesso ao 3G no continente suplantou o uso do 2G somente em 2019, de acordo com o jornal Folha.

No último mês de julho, o embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, alertou que a “seleção de fornecedores do 5G” pelo governo Jair Bolsonaro deve focar na “segurança nacional”.

Como noticiou a RenovaMídia, Chapman fez um alerta específico sobre a empresa chinesa Huawei:

“Muitos países já decidiram excluir a Huawei por questão de segurança, como Austrália, Japão e Inglaterra, por exemplo. E esse número é crescente porque mais pessoas estão fazendo a mesma análise, vendo o comportamento da Huawei de roubar propriedade intelectual.”

Ele acrescentou:

“A Inglaterra disse que vai tirar tudo da Huawei de seu sistema nos próximos anos. E isso vai custar um pouco de dinheiro, mas não tanto como as pessoas estão falando. Na Europa, para substituir todo o equipamento da Huawei em 5G serão US$ 3,5 bilhões. São US$ 7 por usuário.”

Na última quinta-feira (3), durante sua tradicional live no Facebook, o presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que caberá a ele decidir qual modelo de tecnologia 5G será adotado pelo Brasil.

“Temos uma decisão sobre 5G pela frente. Quero deixar bem claro: quem vai decidir 5G sou eu, não é terceiro, ninguém dando palpite por aí não, eu vou decidir o 5G”, disse Bolsonaro.

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