Primeiro colocado no DF busca aproximação com Bolsonaro

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Ibaneis Rocha (MDB), candidato ao governo do Distrito Federal, recebeu 41,97% dos votos no primeiro turno.

Um dos seus primeiros movimentos de campanha no segundo turno foi escalar o deputado federal Rogério Rosso — que ficou em terceiro na briga pelo Palácio do Buriti — para ser o interlocutor dele com Jair Bolsonaro.

Ibaneis Rocha está incomodado com um dos slogans de campanha do candidato do PSL: “Mais Brasil, menos Brasília”.

Tanto o emedebista quanto seu adversário Rodrigo Rollemberg (PSB) sabem que o caminho escolhido, seja qual for, pode trazer bônus, mas também ônus eleitoral.

Os brasilienses destinaram 58,37% dos votos a Bolsonaro, o que o tornou líder no primeiro turno no DF. Fernando Haddad conquistou a terceira posição, ao obter 11,87%, ficando atrás do pedetista Ciro Gomes, com 16,6%.

Outro ponto a se considerar é a expressiva votação obtida pelo candidato Paulo Chagas (PRP), apoiado por Jair Bolsonaro.

Chagas surpreendeu ao ultrapassar nomes tradicionais da política brasiliense, como Eliana Pedrosa (Pros) e Alberto Fraga (DEM), e chegar à quarta posição na corrida eleitoral.

O militar da reserva recebeu 7,35% dos votos, o que representa mais de 110 mil eleitores, apesar do pouco tempo de TV e do baixo investimento na campanha – ele declarou à Justiça Eleitoral ter gastado R$ 53 mil.

 

Adaptado da fonte Metrópoles

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