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Príncipe da família imperial brasileira será candidato a deputado federal

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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Dom Luiz Philippe é o principal nome de grupo pró-monarquia que vai disputar as eleições de 2018 no Brasil.

O movimento monarquista brasileiro quer ocupar cadeiras na Câmara dos Deputados e nas assembleias legislativas estaduais a partir do ano que vem e começaram a ser lançados candidatos do grupo a deputado federal e estadual. Entre eles, Dom Luiz Philippe de Orleans e Bragança, sobrinho do chefe da Casa Imperial do Brasil, o príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança.

“A monarquia faz parte da identidade nacional. Quanto mais nos distanciamos dessa identidade, pior ficamos. E quanto mais próximo, melhor para todo o conjunto. Essa vontade de resgate da identidade nacional permeia vários partidos. Há mais gente entendendo que é preciso resgatar essa identidade”, afirmou Dom Luiz Philippe, à Gazeta do Povo.

AO VIVO: MONARQUIA? Descendente de Dom Pedro II, Luiz Philippe de Orleans e Bragança lança livro em que afirma que a Constituição de 1988 foi o ápice da construção do Estado autocrático brasileiro. E fala sobre a volta da monarquia.

Posted by Gazeta do Povo on Thursday, October 19, 2017

O príncipe anunciou sua pré-candidatura no final de fevereiro e deve disputar as eleições para deputado federal pelo partido Novo, pelo estado do São Paulo. Sua plataforma será focada em limitar o poder do Estado na vida das pessoas. Na economia, passando por um não-intervencionismo e valorização do livre mercado, e nos costumes garantindo pautas conservadoras, como acesso a armas para civis e valorização da família e da vida. “Sou contra o aborto. Não deveríamos nem discutir isso, pois abre debates como a pedofilia e também o matricídio. Abre um caos”, disse Luiz Philippe.

A atuação parlamentar dos monarquistas não tem como objetivo único e direto o restabelecimento do regime monárquico, ou pelo menos não imediatamente. O príncipe, que é cientista político, empresário e ativista político, avalia que há diversas pautas que resgatam o que ele chama de boas práticas que existiam no Brasil Império, mas em uma democracia republicana.

Leia o restante da matéria no site do jornal Gazeta do Povo
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