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Prisão de hackers que invadiram celulares de autoridades é revogada

Tarciso Morais

Tarciso Morais

PF suspeita que hacker Vermelho vendeu mensagens roubadas
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Justiça determinou a “proibição absoluta” dos hackers “acessarem endereços eletrônicos pela internet”.

O juiz Ricardo Leite, substituto da 10ª Vara Federal de Brasília, revogou, nesta segunda-feira (28), as prisões dos hackers envolvidos no ataque cibernético contra os celulares de dezenas de autoridades do Brasil.

Walter Delgatti Neto, o “Vermelho”, e Thiago Eliezer Martins dos Santos, o “Chiclete”, foram denunciados na operação “Spoofing”, da Polícia Federal (PF).

Os dois foram presos preventivamente em julho do ano passado e denunciados como mentores dos crimes cibernéticos em janeiro deste ano ao lado de outras quatro pessoas. 

Além dos hackeamentos, o grupo é acusado por fraudes bancárias, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

Em sua decisão, segundo o jornal Estadão, o magistrado levou em conta um habeas corpus concedido pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

No entendimento do juiz, a manutenção das prisões preventivas durante toda a instrução criminal “acarretará inevitável excesso de prazo”.

Em substituição às prisões preventivas, o juiz fixou medidas cautelares que incluem o uso de tornozeleiras eletrônicas e proibição de contato com outros réus, testemunhas ou pessoas relacionadas aos fatos investigados. 

O juiz Ricardo Leite ainda determinou a “proibição absoluta de acessar endereços eletrônicos pela internet”.

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