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Prisão preventiva para Keiko Fujimori por caso Odebrecht no Peru

Prisão preventiva para Keiko Fujimori por caso Odebrecht no Peru
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

A Justiça peruana pôs fim neste sábado (24) a um mês de audiências contra a cúpula do partido Força Popular.

O resultado foi a prisão preventiva da líder do partido, Keiko Fujimori, e seis assessores por receber aportes ilegais da empreiteira brasileira Odebrecht.

A ordem judicial de captura internacional e prisão contra o ex-secretário-geral do partido, Jaime Yoshiyama, e o impedimento de saída do país do assessor Augusto Bedoya, encerraram um mês de audiências e resoluções judiciais contra 11 investigados da formação.

“A prisão preventiva se torna indispensável para conjurar o risco no processo, conforme evidenciado na conduta de Yoshiyama de eludir a Justiça”, declarou o juiz Concepción Carhuancho, ressaltando a presença do investigado nos Estados Unidos.

Yoshiyama atuou como secretário-geral do partido fujimorista na campanha presidencial de Keiko Fujimori em 2011, na qual disputou a vice-presidência do Peru.

 

Adaptado da fonte AFP

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