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Procurador aplaude censura do Facebook, e TSE curte

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O procurador da República João Carlos Rocha disse que a decisão do Facebook de tirar do ar 186 páginas e 97 perfis de usuários brasileiros foi uma “ação exemplar que contribui para a lisura das eleições”.

A declaração foi feita pelo procurador através do seu perfil oficial no Twitter na quarta-feira (25), que também mencionou os compromissos estabelecidos entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a rede social Facebook.

A Reuters voltou atrás da alegação inicial de que as contas haviam sido excluídas por conta da propagação de fake news, agora a justificativa é de que os usuários afetados faziam parte de uma rede coordenada que se ocultava com contas falsas.

Logo após a mensagem acima, o procurador João Carlos Rocha parabenizou o TSE pelo “trabalho realizado” em uma resposta ao tuíte enviado por Gilberto Dimenstein, famoso esquerdista responsável pelo site Catraca Livre.

O perfil oficial do tribunal curtiu a publicação do procurador, reforçando a argumentação de movimentos atingidos pela ação do Facebook se queixam, entre outras coisas, de o TSE ter colocado em sigilo as atas de reuniões que trataram de fakenews.

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