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Procurador-geral vê irregularidades em prisão onde Epstein morreu

Procurador-geral vê irregularidades em prisão onde Epstein morreu
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Barr disse que se sentiu “extremamente aborrecido” ao saber que Epstein não era monitorado adequadamente.


O procurador-geral dos Estados Unidos, William Barr, afirmou, nesta segunda-feira (12), que foi informado sobre “graves irregularidades” na prisão federal de Nova York, onde o bilionário Jeffrey Epstein foi encontrado morto, após um aparente suicídio.

Barr disse que se sentiu “extremamente aborrecido” ao saber das falhas “para proteger adequadamente” o magnata no presídio, informa o jornal Correio Braziliense. A morte de Epstein foi oficializada no sábado (10).

O governo e o FBI iniciaram investigações imediatamente, enquanto políticos, funcionários judiciais e as supostas vítimas manifestaram surpresa por Epstein não ser acompanhado de perto, duas semanas após uma tentativa fracassada de suicídio.

Durante o fim de semana, Trump divulgou um vídeo publicado pelo ator Terrence Williams dizendo que Epstein tinha informações sobre o ex-presidente Bill Clinton e sugerindo que isto teria relação com a sua morte.

Quase 2 mil páginas de documentos judiciais publicadas na sexta-feira (9) detalham as acusações contra Epstein feitas por uma mulher chamada Virginia Giuffre em uma ação civil. Ela cita políticos com os quais Epstein a teria obrigado a ter relações sexuais. Todos negaram, como noticiou a RENOVA.

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