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Produção de carne nos EUA sofre com o coronavírus

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Produção de carne nos EUA sofre com o coronavírus
Workers on a production line at the Cargill meat packing facility in Dodge City, Kansas, trim leg quarters. (Keith Myers/Kansas City Star/MCT)
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País vem registrando uma redução no na capacidade de produção de carne bovina e suína.

A pandemia de coronavírus deve continuar prejudicando a produção de carne dos Estados Unidos pelos próximos meses.

As novas medidas de segurança e a redução de funcionários estão tornando¹ as operações dos grandes frigoríficos norte-americanos ainda mais lentas.

Em algumas partes do país, os consumidores já encontram algumas prateleiras de carne vazias nos supermercados. 

Não é apenas porque as pessoas estão estocando produtos em meio à pandemia, mas porque estão sendo registradas interrupções² na cadeia de fornecimento. 

As fábricas de processamento de carne em todo o país tiveram que fechar temporariamente devido ao coronavírus, o que significa que a carne pode continuar menos disponível e mais cara no futuro próximo.

No último dia 8 de maio, o Sindicato Internacional dos Trabalhadores Comerciais e de Alimentos (UFCW) registrou uma queda de 40% na capacidade de produção de carne suína e uma redução de 25% na capacidade de produção de carne bovina. 

A agência informou ainda que pelo menos 10 mil trabalhadores de frigoríficos foram infectados ou expostos ao coronavírus. Pelo menos 30 deles morreram.

Referências: [1][2]
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