Professor petista impede aluno de assistir aulas por defender Bolsonaro

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Professor petista impede aluno de assistir aulas por defender Bolsonaro
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

“Ele disse ao meu filho que, só por citar o nome do Bolsonaro ele estava proibido de assistir as próximas aulas dele”, afirmou o pai do estudante.


Um pai de aluno de uma escola municipal de Ribeirão Preto, em São Paulo, registrou um boletim de ocorrência onde afirma que seu filho, de 12 anos, foi impedido de frequentar as aulas por um professor de História.

O motivo alegado pelo pai? O garoto defendeu o presidente da República, Jair Bolsonaro, durante um debate em sala de aula.

Confira o relato do pai do estudante:

“Meu filho estava conversando com uma colega de sala sobre o governo do Bolsonaro. A menina disse que o Brasil era melhor na época do PT e meu filho disse que o presidente acabou de assumir e não tinha culpa pela situação do país. O professor ouviu, se aproximou e, falando com a amiga do meu filho, disse para que ela mandasse meu filho calar a boca.”

Segundo relato do menor, após uma breve conversa com os dois alunos, o docente continuou o assunto em sala de aula, perguntando aos outros estudantes se eles concordavam com a opinião da menina, de que o Brasil era melhor na época do PT.

O pai continuou dando sua versão dos fatos:

“Depois da enquete, ele disse ao meu filho que, só por citar o nome do Bolsonaro ele estava proibido de assistir as próximas aulas dele.”

O fato ocorreu nesta quinta-feira (23) na escola municipal Professora Neuza Michelutti Marzola. A Secretaria de Educação da cidade está apurando o caso.

De acordo com matéria do UOL, o professor foi procurado mas não respondeu. Em sua página nas redes sociais, ele afirma já ter trabalhado para o Partido dos Trabalhadores (PT).

A reportagem do site também apurou que o professor de História já foi assessor de do ex-ministro petista Antonio Palocci Filho na Assembleia Estadual de São Paulo, na década de 1990.

Procurada, a direção da escola informou que “serão tomadas as providências para que o aluno tenha seus direitos preservados”.

Até o momento, não há determinação para que ele seja afastado de suas atividades, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura de Ribeirão Preto.

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