Projeto Credibilidade: a grande mídia se uniu para censurar o jornalismo independente

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

O cerco está se fechando contra aqueles que recusam seguir a agenda globalista.


Alguns dias atrás, publiquei uma matéria sobre o The Trust Project, um projeto que tem como objetivo definir o que é falso e o que é verdadeiro no jornalismo mundial. Google, Facebook, Twitter e dezenas de mídias tradicionais apoiam a iniciativa.

Como era de se esperar, o Brasil já está incluído nesse barco.

O Projeto Credibilidade é a versão brasileira do The Trust Project. A iniciativa está sendo coordenada por Angela Pimenta, presidente do Projor, e Francisco Rolfsen Belda, docente da Unesp.

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De acordo com informações obtidas no site oficial, o objetivo do projeto é:

Refletir sobre uma fragmentação da narrativa noticiosa no ambiente digital e desenvolver ferramentas e técnicas para identificar e promover um jornalismo digital confiável e de qualidade. É o interesse do jornalismo de qualidade diferenciar-se do ruído.

Tais estratégias visam permitir que jornalismo cumpra seu papel prioritário: servir a sociedade produzindo uma narrativa verdadeira, inteligente e completa sobre ideias e eventos.

Palavras bonitas com um sentido oculto nefasto.

O Projeto Credibilidade quer definir quais notícias podem participar da construção da narrativa. Pode ter certeza que tudo aquilo que não estiver de acordo com a agenda da mídia tradicional será taxado de notícia falsa.

Consórcio de Mídias

Nos Estados Unidos, entre os grandes veículos da imprensa citados como exemplos de credibilidade pelo The Trust Project estão o The Washington Post e o The Economist.

Ambas as mídias indicadas como referência são declaradamente de esquerda e anti-Trump. Mas, elas não são as únicas. 75 meios de comunicação da velha imprensa internacional participam e aprovam este projeto.

Aqui no Brasil, uma rápida análise das mídias participantes do Projeto Credibilidade deixa claro que a intenção não é impedir a propagação de notícias falsas, mas censurar todo conteúdo que não esteja de acordo com a narrativa globalista.

Boa parte das mídias desta imagem fizeram campanha para Hillary Clinton na eleição presidencial norte-americana, defendem abertamente a agenda politicamente correta e tentam silenciar vozes conservadoras.

Qual a chance do conteúdo da RENOVA ser considerado legítimo por esse seleto grupo de propagadores de desinformação?

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