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Projeto de ensino a distância na educação básica ainda pode sair do papel

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Em maio de 2017, o governo federal emitiu uma atualização do texto do Decreto 9.507, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.

O documento, divulgado no dia 26 daquele mês, deixava clara a intenção de liberar aulas no formato de Ensino a Distância (EAD) para a Educação Básica, a partir do 6º ano do ensino fundamental.

“A educação básica e superior poderão ser ofertadas na modalidade a distância nos termos deste Decreto, observadas as condições de acessibilidade que devem ser asseguradas nos espaços e meios utilizados”, trazia a redação, em seu Artigo 2º.

A resolução, porém, teve vida curta e foi revogada no mesmo dia. Em nota, o Ministério da Educação (MEC) disse que houve um erro no material.

Ainda assim, a ideia de adotar o modelo de aulas online para todos os alunos não está sepultada.

O Planalto nega a possibilidade, mas as discussões sobre o assunto seguem firmes no Conselho Nacional de Educação (CNE) e na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. A proposta está em consonância com a Reforma do Ensino Médio, aprovada em 2017.

O candidato do PSL ao Planalto, Jair Bolsonaro, também já citou o Ensino a Distância como um programa educacional que pode ser explorado durante seu governo.

Adaptado da fonte Gazeta do Povo

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