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Promotoria pede destituição de direção da FGV por suposta fraude

A fraude teria sido cometida em contrato com o governo estadual na gestão Sérgio Cabral.

Tarciso Morais

Tarciso Morais

FGV tenta se explicar após críticas de Decotelli
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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) pediu à Justiça, nesta segunda-feira (10), a destituição da diretoria da Fundação Getulio Vargas (FGV) por suposta fraude cometida em contrato com o governo estadual na gestão Sérgio Cabral.

O pedido visa a retirada do presidente da instituição, Carlos Ivan Simonsen Leal, do vice, Sérgio Franklin Quintella, e dos diretores da FGV Projetos:

  • César Cunha Campos;
  • Ricardo Pereira Simonsen;
  • Sidnei Gonzalez dos Santos;
  • Ocário Silva Defaveri.

Todos os citados foram alvos de uma ação civil pública que aponta desvio de finalidade da fundação para obtenção de lucros indevidos por sua atividade.

Em nota à imprensa, a FGV disse que “trata-se de medida por demais arbitrária, que causará danos irreparáveis e consequências gravíssimas a uma instituição reconhecida mundialmente pela sua competência”, destaca o jornal Folha.

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