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‘Propaganda de guerra’, diz Venezuela sobre relatório da ONU

Tarciso Morais

Tarciso Morais

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“É, absolutamente, um monumento à propaganda de guerra”, diz o chanceler venezuelano.

A ditadura da Venezuela classificou, no último sábado (18), o relatório de uma missão internacional da ONU como um “monumento à propaganda de guerra”.

De acordo com o documento, o ditador venezuelano, Nicolás Maduro, e outras autoridades do país cometeram crimes contra a humanidade. 

A missão internacional que a ONU, que investigou a situação dos direitos humanos no país, concluiu que Maduro e os ministros de Interior e Defesa estão envolvidos em graves crimes cometidos pelas forças de segurança do país, como noticiou a RenovaMídia.

“É algo insólito, irresponsável, uma fraude. É, absolutamente, um monumento à propaganda de guerra”, declarou o chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, sobre a elaboração do relatório.

Arreaza comparou a elaboração do relatório com a chamada operação “Gedeón”, uma fracassada tentativa de invasão que contou com a participação de ex-militares e ex-policiais venezuelanos com contratistas venezuelanos, ao considerá-lo “uma operação mercenária jurídica”. 

Na opinião do chanceler venezuelano, segundo a rádio Jovem Pan, o relatório mostra que “estão fazendo política com os direitos humanos, e não política para os direitos humanos”. 

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