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Protestos obrigam chefe de Hong Kong a discursar escondida

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

O cenário de protestos e violência em Hong Kong já dura quatro meses.

O discurso político anual de Carrie Lam, chefe do executivo de Hong Kong, precisou ser interrompido por conta de protestos dos deputados críticos do controle da China sobre o território semi-autônomo.

Lam foi obrigada a abandonar o Parlamento, nesta quarta-feira (16), e falar a portas-fechadas, em um discurso transmitido pela televisão.

No exterior do prédio, os parlamentares pediam a demissão de Lam, acusando-a de ter “sangue nas mãos”.

“As duas mãos dela estão ensopadas de sangue. Esperamos que Carrie Lam se retire. Ela não tem capacidade de governar. Ela não é a pessoa adequada para chefe do executivo”, acusou a deputada opositora Tanya Chan.

“Ela é apenas uma marionete comandada por Pequim. Por favor, por favor, por favor, Carrie Lam, não nos deixe sofrer mais”, acrescentou a deputada Cláudia Mo.

Em seu pronunciamento, Carrie Lam aos 7,5 milhões de cidadãos do território para “que valorizem a cidade”.

“As pessoas perguntam: Hong Kong voltará ao normal?”, questionou Lam, segundo a agência EBC.

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