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PSL vai cobrar de Flávio Bolsonaro devolução de R$ 540 mil pago a advogado

Tarciso Morais

Tarciso Morais

Votei para elevar fundo eleitoral por desatenção diz Flávio Bolsonaro
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PSL apontou “indício de desvio de finalidade” em “Flávio ter falado que o advogado foi contratado para regularizar diretórios municipais”.

O vice-presidente do Partido Social Liberal (PSL), deputado federal Júnior Bozzella (SP), afirmou que a sigla irá cobrar do senador Flávio Bolsonaro a devolução de cerca de R$ 500 mil de recursos públicos supostamente direcionados ao escritório de advocacia de um ex-assessor.

A nova denúncia contra o filho do presidente da República, Jair Bolsonaro, foi feita pelo jornal Folha de S.Paulo. Em mensagens nas redes sociais, o senador criticou:

“Folha de São Paulo, mais uma vez, mente! Produz ‘FAKE NEWS’, na verdade crime de calúnia, representado pelo título da matéria publicada nesta terça (19), que afirma que Flávio Bolsonaro teria ‘repassado’ 500 mil do fundo público partidário a advogado investigado no caso Queiroz.” 

Flávio Bolsonaro é um ex-filiado do PSL. Atualmente, o parlamentar faz parte do Republicanos. 

De acordo¹ com nota divulgada, nesta quarta-feira (20,) o PSL diz que houve desvio de finalidade na aplicação do dinheiro do fundo partidário no pagamento do advogado Victor Granado.

Por outro lado, o senador disse que “os pagamentos foram realizados pelo Diretório Nacional do PSL, por serviços advocatícios prestados ao Diretório do Rio de Janeiro”:

“Tais serviços envolviam a assessoria jurídica ao diretório estadual e às dezenas de diretórios que se multiplicaram por quase todos os noventa e dois municípios do Estado.”

Já o deputado Júnior Bozzella, opositor declarado da família Bolsonaro, disse² que o escritório contratado a pedido de Flávio “não trabalhou para o partido e recebeu R$ 540 mil”:

“O maior indício de desvio de finalidade é o Flávio ter falado que o advogado foi contratado para regularizar os diretórios municipais do RJ, e os diretórios municipais não terem sido regularizados no período de vigência do contrato. E também o fato do serviço não ter sido prestado para o PSL conforme contratado, porém o advogado atuou para o senador em outras ações, não para atender o PSL, como na loja de chocolate.”

Referências: [1][2]
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