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PT atribui ascensão de Bolsonaro aos evangélicos e às fake news

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Além de atribuir a vantagem do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) às notícias falsas, a campanha de Fernando Haddad (PT) também coloca a culpa no apoio do líder evangélico Edir Macedo.

A jornalista da Folha, Mônica Bergamo, forte defensora da agenda esquerdista do PT, alertou em sua coluna para o fortalecimento de Jair Bolsonaro entre o eleitorado evangélico.

Bolsonaro saltou de 30% para 40% dos votos entre os evangélicos neopentecostais entre meados de setembro e o começo desta primeira semana de outubro, de acordo com o Datafolha.

No fim de semana, o candidato do PSL recebeu o apoio do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus.

O Antagonista lembrou que o evangélico Edir Macedo apoiou Lula em 2002 e 2006 e Dilma Rousseff em 2010 e 2014.

Nesta quarta-feira (3), o presidenciável Fernando Haddad também tentou justificar a ascensão de Bolsonaro nas pesquisas à proliferação de notícias falsas no WhatsApp.

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