PT cogita aliança com PSDB em eventual 2º turno contra Bolsonaro

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TARCISO MORAIS
TARCISO MORAIS
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Em um cenário hipotético de segundo turno entre Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL) na disputa presidencial, o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, não descartou a possibilidade de uma aliança entre petistas e tucanos.

“O PT não tem esse preconceito”, disse, nesta quinta-feira (9), em entrevista promovida pelo banco BTG Pactual, em São Paulo. Fernando Haddad, porém, considera que esse quadro seria um “pesadelo”.

Para sustentar sua fala, Haddad lembrou eleições do final do século passado. “O PT e o PSDB, aqui em São Paulo mesmo, tiveram episódios muito interessantes”, comentou.

Em 1998, lembrou, a então petista Marta Suplicy, que ficou de fora do segundo turno na disputa do governo estadual. O PT decidiu, então, apoiar Mário Covas (PSDB) na disputa contra Paulo Maluf (PPB, atual PP). O tucano saiu vencedor. “E não integramos o governo Covas.”

Dois anos depois, houve a “recíproca”, recordou Haddad. “A Marta foi para o segundo turno e, como era o mesmo adversário, o Covas retribuiu, e a Marta foi eleita em 2000 com apoio do PSDB.”

Haddad, porém, reforçou que esse seria um cenário improvável e que seria muito difícil essa análise na conjuntura atual. Para o petista, Alckmin só cresceria na disputa presidencial conquistando votos de Bolsonaro.

 

Com informações do UOL
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