Quase 500 presos em protestos no Equador

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Um estado de emergência está em vigor no Equador. Protestos sacodem o país do presidente Moreno.

Esta segunda-feira (7) é o quinto dia de protestos contra medidas de austeridade adotadas pelo governo do Equador.

As decisões econômicas do governo do presidente Lenín Moreno desencadearam os maiores protestos em anos, resultando em 477 prisões, informa a agência Reuters.

A organização coletiva indígena Conaie disse que as manifestações continuarão até Moreno revogar a medida da semana passada que eliminou os subsídios dos combustíveis.

“Mais de 20 mil de nós estarão chegando a Quito para exigir que o governo revogue o decreto”, disse o presidente da Conaie. 

O líder indígena afirmou ainda que a mobilização coincidirá com uma greve nacional programada para a quarta-feira (9).

Moreno, de 66 anos, que abandonou as políticas de esquerda de seu antecessor e antigo mentor Rafael Correa, disse que não tolerará a desordem nem reverterá o aumento de preço dos combustíveis, que é parte de um pacote de reformas econômicas liberais.

A polícia ergueu barricadas ao redor do palácio presidencial. O governo diz que duas dúzias de policiais foram feridos nos confrontos com manifestantes. 

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