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Receita para curar ressaca na Roma Antiga? Especiarias no travesseiro

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Durante séculos, os temperos podiam não valer seu peso em ouro, mas chegavam bem perto disso.

Os temperos, ou especiarias, da Ásia já faziam parte da dieta dos cidadãos da Europa desde antes da fundação de Roma

Em um mundo sem muitas opções de lazer, boa parte da diversão dos ricaços da época era brincar com as explosões de sabor que as especiarias causam nas papilas gustativas.

O historiador Plínio chegou a temer pelo futuro do Império Romano. A elite, de acordo com ele, estaria gastando todo o ouro de Roma em temperos do Oriente. 

De acordo com as palavras do historiador Frederic Rosengarten: “Os romanos foram os mais exagerados usuários de aromatizantes da história”. 

Os romanos faziam todo tipo de combinação com especiarias, não apenas na comida, mas também em vinhos e perfumes. 

Os endinheirados mais excêntricos dormiam em travesseiros recheados de especiarias acreditando que a fragrância delas curava ressaca.

Ainda de acordo com a observação de Plínio, esses eram hábitos despudoradamente caros. 

As especiarias passavam por dezenas de intermediários no caminho entre sua terra natal, o Sul da Ásia, e a Europa. E o preço subia a cada vez que elas trocavam de mão. Os temperos podiam não valer seu peso em ouro, mas chegavam bem perto disso. 

Quando os visigodos sitiaram Roma, em 408 d.C., eles disseram que deixariam a cidade em paz em troca de uma certa quantidade de ouro, prata… e especiarias, destaca a revista Super Interessante.

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