Quase 93% dos refugiados em acampamento na Grécia são homens

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João Guilherme
João Guilherme
Estudante e interessado em política, história e religião.

O acampamento de Moria, na ilha grega de Lesbos, está superlotado e em péssimas condições.


Enquanto a grande mídia e as ONGs focavam no sofrimento de mulheres e crianças, esqueceram de comentar porque a Grécia teria bons motivos para fechar o campo de refugiados. Afinal, de um total de 5,206 pessoas, apenas 162 são crianças desacompanhadas e 216 são mulheres, de acordo com o portal grego Iefimerida.

Isto significa que aproximadamente 93% dos refugiados no acampamento são homens que provavelmente deixaram suas mulheres e filhos para trás em países da África e Oriente Médio; ou têm outros motivos para viajarem ao continente europeu.

De acordo com o jornal grego, há pessoas de quase 50 nacionalidades diferentes no acampamento, o que faz com que a Grécia enfrente dificuldades em definir quem deve ser enviado de volta e quem deve ter o direito de permanecer o país.

Enquanto mulheres e crianças sempre serão merecedores de um lugar em boas condições e com boa segurança, é importante discernir que tipo de “refugiado” pode representar uma ameaça ao povo grego.

 

Matéria traduzida e adaptada de Voice of Europe.

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