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Regime nega entrada de grupo de trabalho da OEA na Nicarágua

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O regime de Daniel Ortega considerou nesta quarta-feira (15) como “inaceitável” aceitar a presença de um grupo de trabalho da Organização de Estados Americanos (OEA) sobre a crise enfrentada na Nicarágua, a mais sangrenta desde a década de 1980.

O posicionamento foi divulgado em comunicado, no qual o regime de Daniel Ortega acusa a OEA de ser intervencionista e os Estados Unidos de estarem por trás da criação do grupo de trabalho.

O chanceler da Nicarágua, Denis Moncada, declarou:

O governo de reconciliação declara que os integrantes dessa comissão, formada e dirigida pelos EUA em seu afã de seguir interferindo nos assuntos internos da Nicarágua a partir da OEA, não são bem-vindos no nosso país. Portanto, eles não serão recebidos no solo pátrio.

Segundo o regime, a declaração está em conformidade com as políticas de segurança soberana, dignidade nacional e de exigência de respeito às decisões do Executivo local.

A criação do grupo de trabalho, que busca apoiar o diálogo e contribuir para solucionar a crise no país, foi aprovada no último dia 2 de agosto por meio de uma resolução aprovada por 20 dos 34 países que são membros da OEA.

 

Adaptado da fonte EFE
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