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Rei Salomão foi o primeiro magnata das explorações marítimas?

“Novas evidências abalam a busca pela verdade”, diz pesquisador sobre o templo de Salomão.

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Apesar de ser venerado no judaísmo e no cristianismo por sua sabedoria, o lendário rei Salomão é um dos grandes mistérios não resolvidos da Bíblia.

Ao longo dos últimos séculos, arqueólogos tentam encontrar provas conclusivas de que Salomão realmente existiu. 

Sem inscrições ou vestígios do magnífico palácio e templo, que ele teria construído 3 mil anos atrás em Jerusalém, o rei israelita mergulhou no reino do mito.

Agora, o arqueólogo marinho Dr. Sean Kingsley, do Reino Unido, acumulou evidências que mostram que Salomão foi o primeiro magnata a financiar expedições marítimas no planeta.

O Julgamento de Salomão (1518-19), arte de Raphael | Fotografia: Reprodução/Alamy

Salomão é apontado por Kingsley como o primeiro grande financiador das viagens realizadas por seus aliados da Fenícia.

Ao longo de 10 anos, Kingsley realizou uma auditoria marítima, estendendo sua  busca para além da Terra Santa, através do Mediterrâneo até a Espanha e a Sardenha.

Ele descobriu que as evidências arqueológicas apóiam as descrições bíblicas de uma parceria entre Salomão, que “superou todos os reis da terra em riqueza e sabedoria”, e o fenício o rei Hirão, que “forneceu a Salomão madeira de cedro e ouro, tanto quanto ele desejou”.

Em conversa com o site Observer, o pesquisador declarou: 

“Por 100 anos, os arqueólogos examinaram os solos sagrados de Jerusalém, a cidade mais escavada do mundo. Nada definitivo se encaixa no livro dos relatos épicos de Reis e Crônicas sobre o palácio e o templo de Salomão. Ao explorar vestígios de portos, armazéns, indústrias e naufrágios, novas evidências abalam a busca pela verdade. ”

Kingsley, que examinou mais de 350 naufrágios nos últimos 30 anos, publicará sua pesquisa na próxima edição da revista Wreckwatch, o jornal gratuito para arqueologia marítima.

O pesquisador completou:

“Parece que Salomão foi sábio em seu planejamento marítimo. Ele financiou as viagens de Jerusalém e deixou os marinheiros fenícios assumirem todos os riscos no mar. ”

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