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Reino Unido declara genocídio da China em Xinjiang

China usa aborto e esterilização contra muçulmanos em Xinjiang
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China criticou a “acusação de um punhado de parlamentares britânicos”.

O parlamento do Reino Unido pediu, nesta quarta-feira (21), que o governo do premiê Boris Johnson tome medidas para acabar com o genocídio na província de Xinjiang, na China.

O governo, no entanto, evitou usar o termo “genocídio” para se referir ao que considera abusos em “escala industrial” contra os direitos humanos da comunidade uigur muçulmana. 

Os ministros dizem que qualquer decisão sobre a declaração de genocídio cabe aos tribunais.

A embaixada chinesa no Reino Unido condenou a ação do parlamento, pedindo ao país que tome medidas concretas para respeitar os interesses centrais da China e “corrigir imediatamente seus movimentos errados”.

Em um comunicado, publicado nesta sexta-feira (23), os chineses afirmam:

“A injustificada acusação de um punhado de parlamentares britânicos de que há ‘genocídio’ em Xinjiang é a mentira mais absurda do século, um ultrajante insulto e afronta ao povo chinês e uma flagrante violação do direito internacional e das normas básicas que regem as relações internacionais.”

O ministro da Grã-Bretanha para a Ásia, Nigel Adams, enfatizou que qualquer decisão sobre a descrição dos abusos dos direitos humanos em Xinjiang como genocídio teria de ser tomada por tribunais.

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