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Reitor psolista da UFRJ recebia mais que o próprio Museu Nacional

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia

Está tudo errado.

“É óbvio que é uma insanidade uma universidade federal ser responsável pelo Museu Nacional do Rio de Janeiro. Assim como também é uma maluquice o Museu do Ipiranga estar sob a alçada da Universidade de São Paulo”, conforme notado pelo O Antagonista.

Deveriam ser instituições autônomas, geridas por verdadeiros administradores e aptas a captar recursos na iniciativa privada, como ocorre com os grandes museus do mundo civilizado.

Mas no Brasil é diferente. Aqui está tudo errado.

Confira algumas comparações inacreditáveis envolvendo o financiamento recebido pelo Museu Nacional, segundo apurado pelo Meio:

A verba consumida pelo Museu Nacional, em 2018, equivale ao gasto em 15 minutos pelo Congresso Nacional, no ano passado. Ou dois minutos do gasto pelo Poder Judiciário, no mesmo ano.

O reitor da UFRJ recebeu em salário líquido, ao longo de cinco meses, mais do que o museu recebeu até agosto. O museu é um dos órgãos da universidade.

O reitor da universidade é Roberto Leher, um dos fundadores do PSOL.

“A imprensa precisa parar de tratar Leher e seu partido como vítimas do incêndio no museu e cobrá-los pelo que são: corresponsáveis pela tragédia”, conforme publicado pelo O Antagonista.

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