Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch
Português   English   Español   Italiano   Français   Deutsch

Relator da Furna da Onça nega narrativa de Paulo Marinho

Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia
Relator da Furna da Onca nega narrativa de Paulo Marinho
Imagem: Jorge Hely/FramePhoto/Folhapress

“Sete deputados alvos da Furna da Onça eram de diferentes partidos”, destaca desembargador.

O desembargador Abel Gomes, relator da operação “Furna da Onça” no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), nega que houve adiamento da ação para beneficiar candidatos na eleição de 2018.

Em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o empresário Paulo Marinho (PSDB-RJ), suplente do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), disse que a Polícia Federal (PF) contou para o parlamentar que a operação ia ser deflagrada em 2018. 

De acordo com a narrativa de Marinho, os policiais também teriam “segurado a operação” para que ela não fosse feita antes do 2º turno das eleições de 2018 e atrapalhasse a candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República. 

O relator da operação no TRF-2 disse que a intenção das autoridades, com a postergação, não foi “beneficiar quem quer que seja”, mas evitar a falsa percepção de que a operação tinha motivações políticas. 

O magistrado ainda acrescentou que a ação foi deflagrada “no momento que se concluiu mais oportuno”. A operação ocorreu em 8 de novembro de 2018.

Segundo o site Poder360, o desembargador Abel Gomes declarou:

“O fundamento foi que uma operação dirigida a ocupantes de cargos eletivos, deputados em vias de reeleição inclusive, como foi a Furna da Onça, não deveria ser deflagrada em período eleitoral, visto que poderia suscitar a ideia de uso político de uma situação que era exclusivamente jurídico-criminal, com o objetivo de esvaziar candidatos ou até mesmo partidos políticos, quaisquer que fossem, já que os sete deputados alvos da Furna da Onça eram de diferentes partidos.”

Por outro lado, Flávio Bolsonaro acusa Paulo Marinho de agir com motivações políticas. “Ele sabe que jamais teria condições de ganhar nas urnas e tenta no tapetão”, diz o filho do presidente.

“O desespero de Paulo Marinho causa um pouco de pena. Preferiu virar as costas a quem lhe estendeu a mão. Trocou a família Bolsonaro por Dória e Witzel, parece ter sido tomado pela ambição”, acrescentou Flávio, como noticiou a RENOVA.

Compartilhe

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no telegram
Compartilhar no reddit
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no email

Comentários

A RENOVA Mídia não se responsabiliza pelo conteúdo, opiniões e comentários dos visitantes do site. NÃO publique ofensas, discordar não é ofender. Caso encontre algum material com ofensas, denuncie. Lembre-se que ao comentar em nosso portal você concorda com estes Termos de Uso.

Outras Notícias