Relator da Lava Jato também teve celular invadido por hackers

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Relator da Lava Jato também teve celular invadido por hackers
Tarciso Morais
Tarciso Morais
Fundador e editor-chefe da RENOVA Mídia.

Ao perceber a ação dos hackers, o desembargador do TRF-2 entrou em contato a Polícia Federal, que está investigando o caso.


O desembargador federal Abel Gomes, relator de processos judiciais derivados da Operação Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), foi alvo de tentativa de invasão a dados de seu celular e em sua conta no aplicativo de mensagens Telegram.

Segundo informações da assessoria do Tribunal, o ataque cibernético ocorreu na última quarta-feira (5) e foi praticado também contra o juiz federal Flávio de Oliveira Lucas, que substituiu o desembargador, quando este se encontrava de férias.

Assim que identificou a tentativa dos criminosos virtuais, o desembargador do TRF-2 entrou em contato a Polícia Federal, que está investigando o caso.

No ofício que encaminhou à PF, Abel Gomes salientou a necessidade de “esclarecer o grau de comprometimento desta invasão em meu telefone móvel, sistemas eletrônicos, e na minha vida privada e funcional”, segundo o portal R7.

Neste domingo (9), quatro dias após o ataque hacker contra o desembargador, o site The Intercept, alinhado à extrema esquerda, divulgou supostas mensagens obtidas nos celulares do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e de procuradores da Lava Jato.

Moro, que também foi alvo da ação de hackers, disse que estão fazendo “muito barulho por conta de publicação por site de supostas mensagens obtidas por meios criminosos de celulares de procuradores da Lava Jato”.

“Leitura atenta revela que não tem nada ali apesar das matérias sensacionalistas”, acrescentou Moro em mensagem publicada no Twitter.

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